O Choro Amoroso nasceu em 2018 na capital mineira, pela junção de talentosos instrumentistas com um objetivo em comum: desmistificar a improvisação e o termo Brazilian Jazz como algo que vai muito além de uma síntese musical de conceitos norte-americanos. O termo Choro no nome não necessariamente os restringe a uma roda tradicional, e sim partir do estilo mais antigo criado em solo brasileiro com destino a lugares e paisagens incertas, sempre abraçando a criatividade. É uma homenagem a tudo que foi criado por nossos arquitetos musicais.
by Paulo Colen
Tendo como integrantes aprendizes e devotos da música brasileira e suas raízes africanas, o grupo entrega em seu repertório toda a criatividade e espontaneidade dos quatro membros - especialistas em seus instrumentos - inspiradas por mestres como Pixinguinha, Jacob do Bandolim, Chiquinha Gonzaga, Moacir Santos, Paulo Moura, K-Ximbinho, Hermeto Pascoal, Dominguinhos, Toninho Horta, Milton Nascimento, Villa Lobos, Tom Jobim, Gilberto Gil, Anat Cohen e Eduardo Neves.
O grupo tomou forma quando o ritmista mineiro Tulio Araujo, munido de seu projeto de colocar o pandeiro no universo do jazz, buscou cabeças pensantes, sem preconceitos, para somar em seu propósito. Pablo Dias, cavaquinista virtuoso e criativo nascido e criado em Belo Horizonte, dono de um balanço único, foi o primeiro a embarcar na empreitada. Bruno Teixeira, flautista e saxofonista nascido em Juiz de Fora, mas radicado em BH, improvisador nato, logo se juntou ao grupo. Por fim, a soma estava completa com Augusto Cordeiro, violonista capixaba, mas de coração mineiro, criativo e apaixonado pela música regional brasileira.



